sábado, 30 de agosto de 2014

#DesseJeito


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Rumo ao hexa (SQN)

Na próxima segunda-feira, as escolas públicas retornam normalmente as suas atividades com professores desvalorizados que ganham um péssimo salário e com problemas sérios de infraestrutura e condições de ensino. Mas que bobagem, não é mesmo? Nossas humildes escolas públicas não são nada perto da magnífica Granja Comary. O importante mesmo é continuar investindo em futebol e na nossa seleção. O jogo de ontem provou que vale a pena!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Queria...

Queria que algum canto do mundo me acolhesse. E me abraçasse e dissesse que tudo bem, tudo bem de vez em quando eu perder assim a razão ou o equilíbrio. Eu queria que existisse um canto do mundo que nunca me dissesse “hey, você se expõe demais” e que me deixasse ser assim e apenas me deixasse ficar quietinha e quente quando o mundo resolvesse me magoar, porque eu sou briguenta, mas sou mais sensível que maria-mole na frigideira.

Tati Bernardi

quarta-feira, 25 de junho de 2014

MAS E SE EU TIVESSE FICADO?

"Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais -por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia –qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.Eu prefiro viver a ilusão do quase, quando estou "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquilo vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse, eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!”

Caio Fernando Abreu

domingo, 22 de junho de 2014

UMA DEFINIÇÃO NÃO ENCONTRADA NO DICIONÁRIO



Não ir embora: ato de confiança e amor, comumente decifrado pelas crianças.




Do livro: A menina que roubava livros, de Markus Zusak.